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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

AQUELE DIA




Borboleta anil
que um louro alfinete de ouro
espeta em Abril

Guilherme de Almeida

Um comentário:

  1. Eu que tento fugir desta sociedade mesquinha,
    demorei alguns segundos para entender este poema.
    É que eu tinha planos de criar borboletas e poder soltá-las todas por aí nos campos, mas o Ibama só iria aceitar, se eu matasse as borboletas machos, para espetá-las com fins comerciais. E eu dizia, não!
    Quero criar e soltar machos e fêmeas, nada de mortes. Resultado:
    eles não me permitiram criar lepidópteros da maneira que eu queria
    (livres e felizes).
    Mas agora sei que a agulha que você fala é outra coisa.Ufa!
    grato!
    São belíssimos seus poemas, parabéns!

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